Associação Trabalhadores da C. M. de S. Pedro do Sul

Associação Trabalhadores da C. M. de S. Pedro do Sul

Edifício Avenida, Piso 1, Loja 6
3660-428 São Pedro do Sul | Viseu
232 724 631
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Natureza Jurídica: Associação Mutualista
NIPC: 505782707
Contituida em: 30-11--0001
Filiada na UMP desde:
Última Atualização: 16-07-2020
  • Apoio à Saúde em regime de complemento à ADSE
  • Apoios Educativos
  • Assistência Medicamentosa
  • Atividades Recreativas e Culturais
  • Benefícios de Segurança Social

    A história do Asilo ficou marcada pelas vicissitudes da vida política do país, pelos altos e baixos da sua vida económica. Todas as despesas eram suportadas por donativos privados, mesmo quando o Asilo se via na necessidade de suprir carências que deveriam caber ao Estado, como sucedeu com a criação de duas escolas primárias no Campo Grande, a fim de se garantir instrução a educandas externas. O único apoio do Estado, no século XIX, verificou-se apenas em 1897-98, traduzindo-se num contributo para a ampliação do edifício. Não terá sido estranho à decisão o facto de o Ministro das Obras Públicas ter sido Presidente do Asilo. Ao longo do século XX os períodos de expansão e recessão alternaram, sendo de estacar o princípio dos anos vinte como um período de estabilidade e normalização financeira, que seriam reforçadas com os apoios do Governo Civil de Lisboa, da Comissão Central de Assistência e do Instituto de Seguros Sociais, entre 1924 e 1929. Entre 1930 e 1939 o Estado continuou a apoiar o Asilo, mas as dificuldades de funcionamento aumentavam. O Fundo de Desemprego completou, ao longo da década de 1940-50, os generosos donativos privados de dois benfeitores da instituição. A partir de 1951 a sobrevivência do Asilo ficou a dever-se principalmente à acção do Conde de Vill´Alva. Na década de cinquenta o Asilo estabeleceu um acordo com o Instituto de Protecção aos Menores, e começou a preparar a comemoração do seu centenário. Em 1956, o Ministro das Obras Públicas, Engenheiro Arantes e Oliveira concedeu um subsídio de cem contos para obras de melhoramento, a que o Arquitecto Raul Lino emprestou o cunho do seu gosto. O funcionamento da instituição continuava, porém, a depender sobretudo do apoio do Senhor Conde de Vill’Alva. Em finais da década de sessenta era notório o desajustamento dos fins estatutários do Asilo (então designado pelo Internato D. Pedro V), com a realidade social do país. No princípio dos anos setenta o Conselho Director, presidido pelo Eng. José Frederico Ulrich, começou a desenvolver novos projectos, nomeadamente no âmbito da formação de educadoras de infância.

    A história do Asilo ficou marcada pelas vicissitudes da vida política do país, pelos altos e baixos da sua vida económica. Todas as despesas eram suportadas por donativos privados, mesmo quando o Asilo se via na necessidade de suprir carências que deveriam caber ao Estado, como sucedeu com a criação de duas escolas primárias no Campo Grande, a fim de se garantir instrução a educandas externas. O único apoio do Estado, no século XIX, verificou-se apenas em 1897-98, traduzindo-se num contributo para a ampliação do edifício. Não terá sido estranho à decisão o facto de o Ministro das Obras Públicas ter sido Presidente do Asilo. Ao longo do século XX os períodos de expansão e recessão alternaram, sendo de estacar o princípio dos anos vinte como um período de estabilidade e normalização financeira, que seriam reforçadas com os apoios do Governo Civil de Lisboa, da Comissão Central de Assistência e do Instituto de Seguros Sociais, entre 1924 e 1929. Entre 1930 e 1939 o Estado continuou a apoiar o Asilo, mas as dificuldades de funcionamento aumentavam. O Fundo de Desemprego completou, ao longo da década de 1940-50, os generosos donativos privados de dois benfeitores da instituição. A partir de 1951 a sobrevivência do Asilo ficou a dever-se principalmente à acção do Conde de Vill´Alva. Na década de cinquenta o Asilo estabeleceu um acordo com o Instituto de Protecção aos Menores, e começou a preparar a comemoração do seu centenário. Em 1956, o Ministro das Obras Públicas, Engenheiro Arantes e Oliveira concedeu um subsídio de cem contos para obras de melhoramento, a que o Arquitecto Raul Lino emprestou o cunho do seu gosto. O funcionamento da instituição continuava, porém, a depender sobretudo do apoio do Senhor Conde de Vill’Alva. Em finais da década de sessenta era notório o desajustamento dos fins estatutários do Asilo (então designado pelo Internato D. Pedro V), com a realidade social do país. No princípio dos anos setenta o Conselho Director, presidido pelo Eng. José Frederico Ulrich, começou a desenvolver novos projectos, nomeadamente no âmbito da formação de educadoras de infância.

    A história do Asilo ficou marcada pelas vicissitudes da vida política do país, pelos altos e baixos da sua vida económica. Todas as despesas eram suportadas por donativos privados, mesmo quando o Asilo se via na necessidade de suprir carências que deveriam caber ao Estado, como sucedeu com a criação de duas escolas primárias no Campo Grande, a fim de se garantir instrução a educandas externas. O único apoio do Estado, no século XIX, verificou-se apenas em 1897-98, traduzindo-se num contributo para a ampliação do edifício. Não terá sido estranho à decisão o facto de o Ministro das Obras Públicas ter sido Presidente do Asilo. Ao longo do século XX os períodos de expansão e recessão alternaram, sendo de estacar o princípio dos anos vinte como um período de estabilidade e normalização financeira, que seriam reforçadas com os apoios do Governo Civil de Lisboa, da Comissão Central de Assistência e do Instituto de Seguros Sociais, entre 1924 e 1929. Entre 1930 e 1939 o Estado continuou a apoiar o Asilo, mas as dificuldades de funcionamento aumentavam. O Fundo de Desemprego completou, ao longo da década de 1940-50, os generosos donativos privados de dois benfeitores da instituição. A partir de 1951 a sobrevivência do Asilo ficou a dever-se principalmente à acção do Conde de Vill´Alva. Na década de cinquenta o Asilo estabeleceu um acordo com o Instituto de Protecção aos Menores, e começou a preparar a comemoração do seu centenário. Em 1956, o Ministro das Obras Públicas, Engenheiro Arantes e Oliveira concedeu um subsídio de cem contos para obras de melhoramento, a que o Arquitecto Raul Lino emprestou o cunho do seu gosto. O funcionamento da instituição continuava, porém, a depender sobretudo do apoio do Senhor Conde de Vill’Alva. Em finais da década de sessenta era notório o desajustamento dos fins estatutários do Asilo (então designado pelo Internato D. Pedro V), com a realidade social do país. No princípio dos anos setenta o Conselho Director, presidido pelo Eng. José Frederico Ulrich, começou a desenvolver novos projectos, nomeadamente no âmbito da formação de educadoras de infância.

    AGENDA

    127.º aniversário da Associação de Socorros Mútuos de Avintes

    93.º aniversário do Legado Operário de Évora - Associação Mutualista

    112.º aniversário da Associação de Socorros Mútuos Familiar Vimaranense

    118.º aniversário da Associação de Socorros Mútuos Fúnebre Nosso Senhor dos Aflitos de Valadares

    123.º aniversário da Associação Mutualista de Arcozelo

    122.º aniversário da Associação de Socorros Mútuos e Fúnebre do Concelho de Valongo

    107.º aniversário de “A Familiar” Associação de Socorros Mútuos da Póvoa de Varzim

    121.º aniversário do Montepio Comercial e Industrial Associação de Socorros Mútuos

    FILIADAS

    A Familiar de Espinho

    A Mutualidade de Santa Maria

    Familiar Vimaranense

    Associação Artistas de Bragança

    Associação Covilhanense

    Mutuália

    A Previdência Portuguesa - Coimbra

    Legado do Caixeiro Alentejano

    Associação "Protectora dos Artistas"

    Associação Monte-Pio Artístico Tavirense

    Associação "Montepio Filarmónico"

    Montepio Comercial e Industrial

    Associação dos Artistas Vilafranquenses

    Associação São Bento das Peras de Rio Tinto

    Associação Moreira da Maia

    Associação São Mamede de Infesta

    Associação Freamundense

    A Previdência Familiar do Porto

    A Vencedora

    Glória Portuguesa

    Liga das Associações do Porto

    A Familiar - Póvoa de Varzim

    Associação de Valongo

    Associação de Modivas

    A Familiar de Grijó

    Associação de Lever

    Associação "Restauradora" de Avintes

    Associação de Valadares

    Associação de Arcozelo

    Associação 1º de Dezembro

    Associação Vila de Sesimbra

    Associação Setubalense

    Associação Trabalhadores da C. M. de S. Pedro do Sul

    Associação "19 de Março"

    MUDIP

    A Restauradora de Ramalde

    A Beneficência Familiar

    Associação da Auto-Sueco

    Associação de Anta

    Associação Familiar Bracarense

    O Legado do Operário de Évora

    Associação dos Empregados no Comércio e Indústria

    Previdência dos Ferroviários de Portugal

    Mealheiro Postal

    Associação de Serzedo

    Associação de Sandim

    Associação Benanventense

    Associação Alcacerense

    Liga das Associações de Vila Nova de Gaia

    Associação Artística Vimaranense

    UMP

    AMUT

    O Porvir da Família Telegrafo Postal
    DIVULGAÇÃO
    PARCEIROS
    Protocolo Cooperação para a Formação
    Protocolo Cooperação para a Formação
    2011
    Convénio de Cooperação Internacional entre a Organização de Entidades Mutualistas das Américas (ODEMA) e a União das Mutualidades Portuguesas (UMP)
    Convénio de Cooperação Internacional entre a Organização de Entidades Mutualistas das Américas (ODEMA) e a União das Mutualidades Portuguesas (UMP)
    2014
    Protocolo Intellicare - UMP
    Protocolo Intellicare - UMP
    2015
    Acordo de Alojamento - Corinthia Lisbon
    Acordo de Alojamento - Corinthia Lisbon
    2020
    Compromisso de Cooperação Para o Setor Social e Solidário
    Compromisso de Cooperação Para o Setor Social e Solidário
    2017-2018
    Adenda ao Protocolo de Cooperação para o Setor Social
    Adenda ao Protocolo de Cooperação para o Setor Social
    2013-2014
    Protocolo de Cooperação Impulso Jovem
    Protocolo de Cooperação Impulso Jovem
    2012
    Instrumento Financeiro para a Reabilitação e a Revitalização Urbanas
    Instrumento Financeiro para a Reabilitação e a Revitalização Urbanas
    2018
    Protocolo de Cooperação entre a União das Mutualidades Portuguesas e a Mutualia - Federaçao Mutualista
    Protocolo de Cooperação entre a União das Mutualidades Portuguesas e a Mutualia - Federaçao Mutualista
    2014
    Protocolo de Cooperação entre a União das Mutualidades Portuguesas e a Interprev
    Protocolo de Cooperação entre a União das Mutualidades Portuguesas e a Interprev
    2017
    Farma+
    Farma+
    2018
    Compromisso de Cooperação Para o Setor Social e Solidário
    Compromisso de Cooperação Para o Setor Social e Solidário
    2019-2020
    Adenda ao Protocolo de Cooperação para o Setor Social
    Adenda ao Protocolo de Cooperação para o Setor Social
    2015-2016
    Protocolo de Cooperação com a Associação Nacional de Municípios Portugueses
    Protocolo de Cooperação com a Associação Nacional de Municípios Portugueses
    2013
    Protocolo Defesa do Consumidor
    Protocolo Defesa do Consumidor
    2012
    Instituto de Habitação e Reabilitação Urbana
    Instituto de Habitação e Reabilitação Urbana
    2018
    Protocolo de Cooperação entre a União das Mutualidades Portuguesas e a Universidade Católica Portuguesa
    Protocolo de Cooperação entre a União das Mutualidades Portuguesas e a Universidade Católica Portuguesa
    2017
    Orbis
    Orbis
    2018
    Protocolo de Colaboração entre a União das Mutualidades Portuguesas e o Ministro da Cultura de Portugal
    Protocolo de Colaboração entre a União das Mutualidades Portuguesas e o Ministro da Cultura de Portugal
    2017
    Protocolo de Cooperação entre a Autoridade de Segurança Alimentar e Económica e a UMP
    Protocolo de Cooperação entre a Autoridade de Segurança Alimentar e Económica e a UMP
    2017
    Protocolo de Constituição da Linha de Crédito II de Apoio à Economia Social
    Protocolo de Constituição da Linha de Crédito II de Apoio à Economia Social
    2012
    Protocolo Linha de Crédito de Apoio à Economia Social
    Protocolo Linha de Crédito de Apoio à Economia Social
    2012
    Protocolo colaboração no  Âmbito da Medida de apoio ao reforço de Emergência
    Protocolo colaboração no Âmbito da Medida de apoio ao reforço de Emergência
    2020
    Protocolo de Cooperação entre a União das Mutualidades Portuguesas e o Ministério do Emprego e Assuntos Sociais de S. Tomé e Príncipe
    Protocolo de Cooperação entre a União das Mutualidades Portuguesas e o Ministério do Emprego e Assuntos Sociais de S. Tomé e Príncipe
    2017
    Protocolo Sociedade de Turismo de Santa Maria da Feira - UMP
    Protocolo Sociedade de Turismo de Santa Maria da Feira - UMP
    2016
    Necho Consulting
    Necho Consulting
    2018
    Protocolo de Cooperação entre a Câmara Municipal de Lisboa e a UMP
    Protocolo de Cooperação entre a Câmara Municipal de Lisboa e a UMP
    2017
    Compromisso de Cooperação Para o Setor Social e Solidário
    Compromisso de Cooperação Para o Setor Social e Solidário
    2015-2016
    Protocolo de Cooperação
    Protocolo de Cooperação
    2013-2014
    Protocolo Cooperação com o Ministério da Solidariedade e Segurança Social
    Protocolo Cooperação com o Ministério da Solidariedade e Segurança Social
    2012
    MUTUAL IN
    MUTUAL IN
    2017
    + MUTUALIDADES
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