| Participações e Representações Institucionais Internacionais | |
| Associação Internacional das Mutualidades (AIM): | |
| a. Board of Directors | |
| b. Presidium da AIM | |
| c. Forum Pensões | |
| e. Grupo Estatutos e Regulamentos. | |
| Social Economy Europe (SEE) | |
| União Europeia das Farmácias Sociais (UEFS); | |
| a. Comité Diretor. | |

| Participações e Representações Institucionais Nacionais | |
| CASES – Presidente do Conselho Fiscal da Cooperativa António Sérgio para a Economia Social; | |
| CES - Conselho Económico e Social; | |
| CNES - Conselho Nacional para a Economia Social; | |
| Comissão Permanente do Setor Social; | |
| Comissão Nacional de Cooperação | |
| Comissões Distritais de Cooperação/Plataformas Supraconcelhias | |
| Aveiro | |
| Beja | |
| Braga | |
| Bragança | |
| Castelo Branco | |
| Coimbra | |
| Évora | |
| Faro | |
| Guarda | |
| Leiria | |
| Lisboa | |
| Portalegre | |
| Porto | |
| Santarém | |
| Setúbal | |
| Viana do Castelo | |
| Vila Real | |
| Viseu | |
| Fundo de Reestruturação do Setor Social; | |
| Linha de Crédito I e II | |
| Grupo de Trabalho (G.T.) para a definição do modelo da resposta social Lar de Infância e Juventude (LIJ); | |
|
G. T. para a resposta social ERPI, designadamente a aplicação do segundo grau de dependência; |
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| G. T. para a definição do modelo de frequência de utentes em mais do que uma resposta social (p. ex. ERPI e CAO); | |
| CNPCJR - Comissão Nacional para Proteção de Crianças e Jovens em Risco; | |
| Conselho Nacional para a Promoção do Voluntariado (CNPV); | |
| Instituto Nacional de Reabilitação,IP | |
| Grupo de Trabalho, Instituto Nacional de Reabilitação,IP (+18) | |
| Comissão de Acompanhamento Protocolo Cooperação - IEFP | |
| Conselho Consultivo e de Acompanhamento do Plano Nacional de Saúde 2012/2016; | |
| Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados; | |
| Conselho Nacional para a Saúde Mental; | |
| G.T. do Protocolo da Galp; | |
| Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP); | |
| Comissão Técnica 186/ respostas sociais – IPQ | |
| Comité de Acompanhamento dos programas Operacionais Regionais | |
| Norte 2020 | |
| Centro 2020 | |
| Lisboa 2020 | |
| Alentejo 2020 | |
| Algarve 2020 | |
| Conselho Consultivo do Instituto da Segurança Social; | |
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G.T. da Educação Especial; |
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| Júri do Prémio Cooperação e Solidariedade António Sérgio; | |
O Mutualismo é um sistema privado de proteção social que visa o auxílio mútuo dos seus membros. É uma forma de organização económica em que os associados são parte ativa na definição da sua auto proteção social, assente numa solidariedade responsável, pois ao juntarem-se a outros para “mutualizarem” os riscos que afetam a estabilidade dos seus rendimentos, repartindo os custos de forma equitativa e participando na organização de regimes complementares e previdência, beneficiam do efeito de dimensão e de solidariedade.
Valores que o definem:
O Movimento Mutualista
O Movimento Mutualista congrega em todo o País cerca de um milhão de associados e mais de dois milhões e meio de beneficiários, organizados num conjunto de associações de âmbito local e nacional, que têm um papel histórico fundamental na proteção social, sobretudo nas áreas da segurança social e da saúde.
As Associações Mutualistas têm sabido complementar e colmatar as falhas e limitações dos sistemas públicos de proteção social e das respostas das entidades privadas com fins lucrativos, e encontram-se empenhadas no desenvolvimento de novas soluções adequadas às necessidades dos cidadãos e das famílias.
O Movimento Mutualista assume-se hoje por toda a Europa como o novo caminho da proteção social para este milénio e parceiro fundamental no processo de reforma dos sistemas de segurança social e de saúde.
O Mutualismo, por constituir uma alternativa de carácter social, que não depende do Estado nem tem fins lucrativos, é uma solução indispensável para garantir uma auto proteção social de segurança social, saúde e ação social eficaz, com custos mais baixos e cuja rentabilidade se distribui por todos os associados.
O Mutualismo é um movimento em que o funcionamento democrático assume uma importância fulcral, na medida em que as decisões são tomadas pelos próprios associados, em Assembleia Geral, permitido aos indivíduos participarem ativamente e decidirem os contornos da sua proteção social.