Rendimento

IRC – Imposto Sobre o Rendimento das Pessoas Coletivas

 Ao abrigo do disposto no artigo 10º do Código do IRC estão isentas as associações e fundações que tenham o seguinte perfil qualificativo:

  1. a) Instituições Particulares de Solidariedade Social, bem como as pessoas coletivas àquelas legalmente equiparadas (casas do povo e cooperativas de solidariedade social);
  2. b) Pessoas coletivas de mera utilidade pública que prossigam, exclusiva ou predominantemente, fins científicos ou culturais, de caridade, assistência, solidariedade social ou defesa do meio ambiente (carece de reconhecimento).

 

Património

IMI Estão isentas (artigo 44º do EBF):

  1. As pessoas coletivas de utilidade pública administrativa e as de mera utilidade pública, quanto aos prédios ou parte de prédios destinados diretamente à realização dos seus fins.
  2. As instituições particulares de solidariedade social e as pessoas coletivas a elas legalmente equiparadas, quanto aos prédios ou parte de prédios destinados diretamente à realização dos seus fins, salvo no que respeita às misericórdias, caso em que o benefício abrange quaisquer imóveis de que sejam proprietárias.

IMT Estão isentas (artigo 6º do Código do IMT):

  • As pessoas coletivas de utilidade pública administrativa e de mera utilidade pública, quanto aos bens destinados, direta e imediatamente, à realização dos seus fins estatutários.
  1. As instituições particulares de solidariedade social e entidades a estas legalmente equiparadas, quanto aos bens destinados, direta e imediatamente, à realização dos seus fins estatutários.
  1. Imposto do Selo Estão isentas (artigo 6º do Código do Imposto do Selo):
    1. As pessoas coletivas de utilidade pública administrativa e de mera utilidade pública.
    2. As instituições particulares de solidariedade social e entidades a estas legalmente equiparadas.

IUC

Estão isentas, conforme disposto no artigo 5º do Código do IUC, as instituições particulares de solidariedade social, através de necessário reconhecimento pelo serviço de finanças da área da sede da entidade interessada mediante entrega de requerimento devidamente documentado.

ISV

As instituições particulares de solidariedade social, onde se incluem as Associações detentoras do respetivo Estatuto de IPSS, estão isentas de ISV, ao abrigo do artigo 52.º do Código do ISV, quanto aos veículos para transporte coletivo dos utentes Página 28 de 61 com lotação de nove lugares, incluindo o do condutor, adquiridos a título gratuito ou oneroso, que se destinem ao transporte em atividades de interesse público e que se mostrem adequados à sua natureza e finalidades, desde que, em qualquer caso, possuam um nível de emissão de CO2 até 180 g/k.

Consumo

IVA – Imposto Sobre o Valor Acrescentado - Estão isentas de IVA, designadamente:

  1. As transmissões de bens e as prestações de serviços ligadas à segurança e assistência sociais e as transmissões de bens com elas conexas, efetuadas pelo sistema de segurança social, incluindo as instituições particulares de solidariedade social (nº 6 do artigo 9º do Código do IVA).
  2. As prestações de serviços e as transmissões de bens estreitamente conexas, efetuadas no exercício da sua atividade habitual por creches, jardim-de-infância, centros de atividade de tempos livres, estabelecimentos para crianças e jovens desprovidos de meio familiar normal, lares residenciais, casas de trabalho, estabelecimentos para crianças e jovens deficientes, centros de reabilitação de inválidos, lares de idosos, centros de dia e centros de convívio para idosos, colónias de férias, albergues de juventude ou outros equipamentos sociais pertencentes a pessoas coletivas de direito público ou instituições particulares de solidariedade social ou cuja utilidade social seja, em qualquer caso, reconhecida pelas autoridades competentes, ainda que os serviços sejam prestados fora das suas instalações (nº 7 do artigo 9º do Código do IVA).
  3. As prestações de serviços efetuadas por organismos sem finalidade lucrativa que explorem estabelecimentos ou instalações destinados à prática de atividades artísticas, desportivas, recreativas e de educação física a pessoas que pratiquem essas atividades (nº 8 do artigo 9º do Código do IVA).
  4. As locações de livros e outras publicações, partituras musicais, discos, bandas magnéticas e outros suportes de cultura e, em geral, as prestações de serviços e transmissões de bens com aquelas estreitamente conexas, desde que efetuadas por organismos sem finalidade lucrativa (nº 12 do artigo 9º do Código do IVA).
  5. As prestações de serviços que consistam em proporcionar a visita, guiada ou não, a bibliotecas, arquivos, museus, galerias de arte, castelos, palácios, monumentos, parques, perímetros florestais, jardins botânicos, zoológicos e semelhantes, pertencentes ao Estado, outras pessoas coletivas de direito público ou organismos sem finalidade lucrativa, desde que efetuadas única e exclusivamente por intermédio dos seus próprios agentes. A presente isenção abrange também as transmissões de bens estreitamente conexas com as prestações de serviços referidas (nº 13 do artigo 9º do Código do IVA)
  6. As prestações de serviços e as transmissões de bens com elas conexas, efetuadas por pessoas coletivas de direito público e organismos sem finalidade lucrativa, relativas a congressos, colóquios, conferências, seminários, cursos e manifestações análogas de natureza científica, cultural, educativa ou técnica (nº 14 do artigo 9º do Código do IVA).
  7. As prestações de serviços e as transmissões de bens com elas conexas efetuadas no interesse coletivo dos seus associados por organismos sem finalidade lucrativa, desde que esses organismos prossigam objetivos de natureza política, sindical, religiosa, humanitária, filantrópica, recreativa, desportiva, cultural, cívica ou de representação de interesses económicos e a única contraprestação seja uma quota fixada nos termos dos estatutos (nº 19 do artigo 9º do Código do IVA).

Mecenato         

São elegíveis os donativos concedidos às seguintes entidades (nº3 do artigo 62º do EBF):

  1. Instituições particulares de solidariedade social, bem como pessoas coletivas legalmente equiparadas;
  2. Pessoas coletivas de utilidade pública administrativa e de mera utilidade pública que prossigam fins de caridade, assistência, beneficência e solidariedade social e cooperativas de solidariedade social;

Comunicações Mensais

TSU – Submeter até dia 10, pagar até dia 20 mês seguinte;

Retenções na Fontes IRS – Submeter até dia 10, pagar até dia 20 mês seguinte;

SAFT de Faturação – Submeter até dia 15 do mês seguinte;

IVA Mensal – Submeter até dia 10 e pagar até dia 15 do segundo mês seguinte (Lei n.º 119/2019).

Comunicações trimestrais

IVA – Submeter até dia 15 e pagar até dia 20 do segundo mês seguinte (Lei n.º 119/2019).

Comunicações Anuais

Modelo 22

Modelo 25

IES

Circular de orientação técnica nº2 da dgss, de 31/8/2018

Reforma Estatutária

Proceder às alterações dos estatutos necessárias à sua conformidade com as normas do Código até 3 de setembro de 2019;

Prestação de Contas

Enviar anualmente à tutela, até 30 dias após a aprovação pelo órgão competente:

  1. Programa de ação e orçamento para o ano seguinte e parecer do conselho fiscal (1 exemplar)
  2. Relatório de gestão e contas do exercício do ano anterior e parecer do conselho fiscal (1 exemplar);
  3. Declaração do presidente da mesa da assembleia geral atestando a aprovação dos documentos referidos nas alíneas a) e b), podendo a declaração ser substituída pela ata da assembleia geral que os tenha aprovado;
  4. Balanço técnico das modalidades de benefícios (1 exemplar); e
  5. Semestralmente, listagem detalhada do património afeto aos fundos permanentes e aos fundos próprios de cada modalidade de benefícios, identificando as parcelas do ativo que o integram e os critérios a que obedece a gestão das várias classes de ativos, a contar também em anexo ao relatório e contas.

Para efeitos do cumprimento destas obrigações, todos os documentos produzidos devem:

  • ser autênticos ou autenticados nos termos da legislação em vigor;
  • apresentar na última página o nome legível, cargo e assinatura dos respetivos membros e as páginas precedentes apenas rubricadas, sendo obrigatória a conformidade da assinatura aposta nos referidos documentos com a assinatura aposta nos referidos documentos com a assinatura que consta do ato de posse dos respetivos membros;
  • No caso de associados designados nas reuniões de assembleia geral para preenchimento de lugares vagos na respetiva mesa em cada uma das reuniões, a assinatura destes deverá ser confirmada pelo presidente da mesa da assembleia geral com base no documento de identificação oficial, que atestará esse facto;

No que respeita aos mapas financeiros das contas anuais, estes devem também ser remetidos, em ficheiro com formato Excel, para o endereço: DGSS.assoc_mutualistas@seg-social.pt

CONTABILIDADE

  • Bases para a Apresentação das Demonstrações Financeiras (BADF);
  • Decreto- Lei 98/2015, 2 de junho;
  • Modelos de Demonstrações Financeiras (MDF) – Portaria n.º 220/2015, de 24 de julho;
  • Código de Contas (CC) – Portaria n.º 218/2015, de 23 de julho;
  • NCRF-ESNL - Aviso n.º 8259/2015, de 29 de julho; e
  • Normas Interpretativas (NI).

 

 

O Centro Infantil Dr. António da Costa Leal, situado na freguesia de Santa Clara, no concelho de Lisboa, é uma aposta da União das Mutualidades Portuguesas (UMP) na gestão de respostas sociais.

Esta Creche surgiu da urgente necessidade diagnosticada no território de criar respostas de apoio à primeira infância, pelo que a União das Mutualidades Portuguesas (UMP) tem mantido, desde 2016, com elevado sentido de responsabilidade e de dever social, o compromisso assumido com as famílias de acolher as suas crianças e de lhes assegurar bem-estar e aprendizagens significativas.

 Tem capacidade para 84 crianças, dos 4 aos 36 meses, e funciona de segunda a sexta-feira, das 07h30m às 19h. Conta com o apoio e empenho de uma equipa de profissionais qualificados e experientes, preparados para proporcionar, através de um atendimento individualizado e cuidado, o desenvolvimento integral das crianças, num ambiente de alegria e segurança.

Este equipamento social é constituído por um edifício novo e acolhedor, devidamente concebido de acordo com os normativos em vigor. Os espaços dispõem de condições adequadas para dar resposta às necessidades de desenvolvimento, conforto e segurança das crianças. Estão organizados com material e equipamento devidamente apropriado a cada faixa etária e conta ainda com um espaço exterior, que contribui para o crescimento harmonioso e feliz das crianças.

Diariamente são realizadas atividades que vão ao encontro das necessidades e interesses das crianças. Para a planificação destas atividades, são consideradas as faixas etárias e características das crianças, bem como a importância de trabalhar as diferentes áreas de desenvolvimento.

Localizado numa agradável envolvência verdejante e tranquila,  o Centro Infantil Dr. António da Costa Leal goza ainda do privilégio de estar inserido numa área que permite um casamento harmonioso entre a urbanidade e a ruralidade lisboetas.

Venha conhecer-nos!

 

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Campo das Amoreiras, nº97 | 1750-026 Lisboa

Tlf. 218 446 170 | Tlm. 914 438 083

centroinfantil@mutualismo.pt

 

 

 

 
 

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