Projetos no âmbito da saúde precisam de cooperação e complementaridade da ARS

fotoarsO Presidente do Conselho Diretivo da Administração Regional (ARS) do Centro, José Manuel Azenha Tereso, recebeu, no dia 10 de fevereiro, o Conselho de Administração (CA) da União das Mutualidades Portuguesas (UMP), e ficou a conhecer alguns dos constrangimentos sentidos pelas Associações Mutualistas, com atividade na área da saúde, localizadas na área geográfica de intervenção da ARS Centro. Esta reunião aconteceu no seguimento da da audiência ocorrida com o Ministro da Saúde no mês de janeiro, e é a primeira de outras reuniões com as restante ARS de todo o país.

No âmbito da prossecução dos seus fins principais – o da saúde – o Movimento Mutualista tem vindo a deparar-se com um conjunto de necessidades, dificuldades e constrangimentos junto das Administrações Regionais de Saúde a nível nacional.

O presidente do CA da UMP, Luís Alberto Silva, destacou a importância de se permitir às Mutualidades a prescrição de MCDT’s bem como poder-se celebrar acordos de cooperação/convenções entre Associações Mutualistas e a ARS, ao nível dos serviços de saúde de proximidade, dos projetos e programas de prevenção e incentivo à melhoria da saúde dos cidadãos e dos Cuidados Continuados Integrados, permitindo, dessa forma, colmatar as carências identificadas atualmente.

Outro dos assuntos que mereceu especial atenção por parte do CA da UMP foi a manifestação de disponibilidade das Mutualidades para desenvolverem e gerirem Unidades de Saúde Familiar - Modelo C.

“O Movimento Mutualista poderá desempenhar um papel fundamental na proximidade dos serviços médicos às populações, através de uma estreita cooperação e de complementaridade com o Ministério da Saúde com o desenvolvimento de projetos, de modo a que as Associações Mutualistas possam potenciar um dos seus fins fundamentais – a saúde”, lembrou Luís Alberto Silva.