Comparticipações do Estado e dos utentes deixam IPSS em dificuldades, revela estudo da Universidade Católica

Solidariedade Jornal da CNIS

 

Cerca de 42 por cento das instituições particulares de solidariedade social registaram prejuízos no ano de 2016, revela um estudo sobre a “Importância Económica e Social das IPSS em Portugal” apresentado no dia 4 de dezembro, no Banco de Portugal, onde a União das Mutualidades Portuguesas esteve representada.

Este estudo encomendado pela CNIS (Confederação Nacional das Instituições de Solidariedade Social) à Universidade Católica refere que entre comparticipações do Estado e dos utentes, havia 22 por cento do orçamento a descoberto.

O mesmo estudo, com a coordenação científica dos Professores Américo Mendes e Filipe Pinto, investigadores da Área Transversal de Economia Social da Universidade Católica do Porto, salienta que cerca de 10 por cento das IPSS analisadas se encontram em situação de asfixia financeira, um dos motivos que levam estas instituições a reclamarem apoio do Estado.

 

Foto: Jornal Solidariedade/CNIS