Grupo de trabalho reflete e produz proposta sobre quotizações na UMP

Reuniao Grupo trabalho 1000

A criação de um grupo de trabalho para refletir sobre as questões da quotização associativa no seio da União das Mutualidades Portuguesas resultou na produção de uma proposta que será analisada pelo Conselho de Administração. É um dos temas desenvolvidos na edição do boletim mensal de novembro do Info, que pode ser consultado aqui.

Em sequência de uma Assembleia Geral em que o assunto da quotização foi analisado, a UMP criou um grupo de trabalho para analisar matérias relacionadas com a quotização, como a introdução de quotas de solidariedade associativa.

“É uma prática que introduzimos, procurando envolver as Associações e os seus dirigentes, e que poderá ser alargada a outras matérias igualmente importantes do Mutualismo”, considerou o Presidente do Conselho de Administração da UMP, Luís Alberto Silva.

Este grupo de trabalho é constituído por António Martins de Oliveira (Presidente d’A Previdência Portuguesa), Carlos Jorge Azevedo (Presidente d’A Beneficência Familiar), Joaquim Devesas (acompanhado da ASM Serzedo) de Nelson Silva (Presidente da Mutualista Covilhanense), Sérgio Meira (Previdência Familiar e Liga do Porto).

A medida de criar grupos de trabalho para refletir sobre matérias importantes para o Movimento Mutualista é bem acolhido por António Martins de Oliveira. “As situações ocorrem de forma tão rápida que, se não houver uma discussão sistemática e continuada, podemos não apanhar o comboio e deixar escapar coisas importantes”, considera o Presidente d’A Previdência Portuguesa, de Coimbra, sublinhando que “valerá a pena alargar a outros assuntos”, pois “permite dar mais estofo aos dirigentes e às Associações” e “interagir em benefício de todos”.

Carlos Jorge, Presidente d’A Beneficência Familiar, sustenta que é “essencial” a criação de pequenas estruturas, até de organização informal, que “permitam a discussão mais aprofundada, da qual saia uma posição mais refletida e posteriormente consensualizada em Assembleias”.

Na perspetiva de Nelson Silva, Presidente da Mutualista Covilhanense, esta metodologia “traz à participação associações com diferentes realidades” e, no caso em apreço teve o condão de produzir resultados. “Tudo o que for participação de várias instituições, com os seus contributos, será sempre enriquecedor para o Movimento e para a definição de linhas de atuação da União”.