93,3% dos dirigentes de topo das Mutualidades são do sexo masculino e 61,1% têm licenciatura

DIA 5 editada

Como e por quem são geridas as Entidades da Economia Social? São as perguntas para as quais o Instituto Nacional de Estatística (INE), em colaboração com a CASES, procurou resposta no Inquérito ao Setor da Economia Social desenvolvido entre junho e setembro deste ano. As conclusões não se fizeram esperar. Os dirigentes de topo das Entidades da Economia Social tinham, na sua maioria, licenciatura ou grau académico superior, variando entre os 49,2 por cento nas Cooperativas e os 78,1 por cento nas Fundações, com as Associações Mutualistas nos 61,1 por cento.

Com referência ao ano 2018, este inquérito caracterizou os dirigentes de topo também pela idade e pelo sexo. Eram na sua maioria do sexo masculino (93,3 por cento), sendo que em 41,1 por cento das Associações Mutualistas tinham mais de 64 anos (Misericórdias 52,2 por cento e Fundações 54,5 por cento).

81,1 por cento dos dirigentes de topo das Mutualidades exerciam as suas funções em regime de exclusividade (no universo da Economia Social, a proporção oscila entre os 72,1 por cento nas Fundações e os 88,9 por cento nas Misericórdias), dos quais 68 por cento acumulava funções fora do setor da Economia Social.

O destaque publicado pelo INE pode ser consultado AQUI