Associação de Socorros Mútuos de S. Francisco de Assis de Anta

Associação de Socorros Mútuos de S. Francisco de Assis de Anta

Rua Tuna Musical, 987 - Anta
4500-054 Espinho | Aveiro
227 340 103
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Natureza Jurídica: Associação Mutualista
NIPC: 500964530
Contituida em: 09-09-1905
Nº Associados: 13156
Filiada na UMP desde: 2013-12-31
Última Atualização: 25-11-2020
  • Saúde-Médica
  • Subsídio Funeral
  • Análises
  • ECG
  • Enfermagem
  • Fisioterapia
  • Ginecologia-Obstetrícia
  • Medicina Dentária
  • Medicina Desportiva
  • Medicina do trabalho
  • Medicina Geral e Familiar
  • Nutricionista
  • Oftalmologia
  • Ortopedia
  • Otorrinolaringologia
  • Pediatria
  • Podologia
  • Psicologia
  • Terapia da Fala
  • Urologia

Edifício Social No início do ano de 1924 é discutido numa das reuniões de Direcção, a compra de um terreno para as instalações da Instituição. Em Maio, o terreno com uma área de 360 m2, é adquirido pelo preço de 7.200$00. Em Junho é apresentada a planta do projecto para a construção, projecto esse elaborado pelo Arqº. José Ferreira Peneda. Este foi um projecto arrojado para a época. A Associação não tinha o capital disponível para de imediato arrancar com a construção. Vivia-se numa época de epidemia, o que exigia um grande esforço financeiro para a Associação. Em 1924 existiam 5438 associados. Para o efeito, os sócios passaram a pagar, além das quotas, um suplemento mensal de 50 centavos, para ajudar à construção do empreendimento. Essa cobrança adicional terminou no ano de 1929. Assistência Médica No ano de 1935, foram propostos os regulamentos para funcionamento da classe dos socorros médicos e farmacêuticos, na Associação. Só em Agosto de 1938 foram criados os serviços de assistência médica na Associação, a que os sócios podiam aderir mediante uma quota de 50 centavos, quota esta posteriormente aumentada para 2$50 por mês e mais tarde para 3$00. Como os associados moravam relativamente longe da sede, passaram também a ter postos de atendimento nas áreas de residência e consultas ao domicílio. Chegaram a ser praticadas pequenas cirurgias e protocolos de serviços de radiologia. Em 1958, foram assinados protocolos de prestação de serviços de oftalmologia com descontos para os associados quer em consultas quer em cirurgias da especialidade. Em 1971 a Santa Casa de Misericórdia de Espinho informou que gostaria de manter o acordo com a Associação no que diz respeito aos serviços de Radiologia prestada pela Santa Casa. Em 1982 foi pedido pela junta de Freguesia que a Instituição cedesse um espaço para instalar um posto médico. Contudo, este pedido foi recusado uma vez que já se encontravam a funcionar os serviços administrativos da Associação, bem como a escola primária e os serviços médicos. Porem em 1983, foram retirados os benefícios médicos porque o número de aderentes já não gerava receitas para poder suportar as despesas correspondentes. Ficou assim a Associação com a modalidade de Subsídio de Funeral que ainda se mantém nos dias de hoje.

Edifício Social No início do ano de 1924 é discutido numa das reuniões de Direcção, a compra de um terreno para as instalações da Instituição. Em Maio, o terreno com uma área de 360 m2, é adquirido pelo preço de 7.200$00. Em Junho é apresentada a planta do projecto para a construção, projecto esse elaborado pelo Arqº. José Ferreira Peneda. Este foi um projecto arrojado para a época. A Associação não tinha o capital disponível para de imediato arrancar com a construção. Vivia-se numa época de epidemia, o que exigia um grande esforço financeiro para a Associação. Em 1924 existiam 5438 associados. Para o efeito, os sócios passaram a pagar, além das quotas, um suplemento mensal de 50 centavos, para ajudar à construção do empreendimento. Essa cobrança adicional terminou no ano de 1929. Assistência Médica No ano de 1935, foram propostos os regulamentos para funcionamento da classe dos socorros médicos e farmacêuticos, na Associação. Só em Agosto de 1938 foram criados os serviços de assistência médica na Associação, a que os sócios podiam aderir mediante uma quota de 50 centavos, quota esta posteriormente aumentada para 2$50 por mês e mais tarde para 3$00. Como os associados moravam relativamente longe da sede, passaram também a ter postos de atendimento nas áreas de residência e consultas ao domicílio. Chegaram a ser praticadas pequenas cirurgias e protocolos de serviços de radiologia. Em 1958, foram assinados protocolos de prestação de serviços de oftalmologia com descontos para os associados quer em consultas quer em cirurgias da especialidade. Em 1971 a Santa Casa de Misericórdia de Espinho informou que gostaria de manter o acordo com a Associação no que diz respeito aos serviços de Radiologia prestada pela Santa Casa. Em 1982 foi pedido pela junta de Freguesia que a Instituição cedesse um espaço para instalar um posto médico. Contudo, este pedido foi recusado uma vez que já se encontravam a funcionar os serviços administrativos da Associação, bem como a escola primária e os serviços médicos. Porem em 1983, foram retirados os benefícios médicos porque o número de aderentes já não gerava receitas para poder suportar as despesas correspondentes. Ficou assim a Associação com a modalidade de Subsídio de Funeral que ainda se mantém nos dias de hoje.

Edifício Social No início do ano de 1924 é discutido numa das reuniões de Direcção, a compra de um terreno para as instalações da Instituição. Em Maio, o terreno com uma área de 360 m2, é adquirido pelo preço de 7.200$00. Em Junho é apresentada a planta do projecto para a construção, projecto esse elaborado pelo Arqº. José Ferreira Peneda. Este foi um projecto arrojado para a época. A Associação não tinha o capital disponível para de imediato arrancar com a construção. Vivia-se numa época de epidemia, o que exigia um grande esforço financeiro para a Associação. Em 1924 existiam 5438 associados. Para o efeito, os sócios passaram a pagar, além das quotas, um suplemento mensal de 50 centavos, para ajudar à construção do empreendimento. Essa cobrança adicional terminou no ano de 1929. Assistência Médica No ano de 1935, foram propostos os regulamentos para funcionamento da classe dos socorros médicos e farmacêuticos, na Associação. Só em Agosto de 1938 foram criados os serviços de assistência médica na Associação, a que os sócios podiam aderir mediante uma quota de 50 centavos, quota esta posteriormente aumentada para 2$50 por mês e mais tarde para 3$00. Como os associados moravam relativamente longe da sede, passaram também a ter postos de atendimento nas áreas de residência e consultas ao domicílio. Chegaram a ser praticadas pequenas cirurgias e protocolos de serviços de radiologia. Em 1958, foram assinados protocolos de prestação de serviços de oftalmologia com descontos para os associados quer em consultas quer em cirurgias da especialidade. Em 1971 a Santa Casa de Misericórdia de Espinho informou que gostaria de manter o acordo com a Associação no que diz respeito aos serviços de Radiologia prestada pela Santa Casa. Em 1982 foi pedido pela junta de Freguesia que a Instituição cedesse um espaço para instalar um posto médico. Contudo, este pedido foi recusado uma vez que já se encontravam a funcionar os serviços administrativos da Associação, bem como a escola primária e os serviços médicos. Porem em 1983, foram retirados os benefícios médicos porque o número de aderentes já não gerava receitas para poder suportar as despesas correspondentes. Ficou assim a Associação com a modalidade de Subsídio de Funeral que ainda se mantém nos dias de hoje.

AGENDA

UMP participa na Assembleia Geral da União Mundial das Mutualidades

Fim do prazo para apresentação de candidaturas ao programa Bairros Saudáveis

Último dia para apresentação de trabalhos no âmbito do concurso de fotografia da CASES

Fim do prazo das candidaturas ao programa PARES 3.0

Oficina online sobre Sociocracia, 14h00, Organização Núcleo de Setúbal da EAPN

Assembleia Geral da UMP, 9h30, Pavilhão da Palmeira, Coimbra

VI Fórum de Desenvolvimento Local Barreiro - Moita, Ciclo de Webinars "Sustentabilidade e Inovação".

163.º Aniversário do Monte-Pio Artístico Tavirense – Associação de Socorros Mútuos

FILIADAS

A Familiar de Espinho

A Mutualidade de Santa Maria

Familiar Vimaranense

Associação Artistas de Bragança

Associação Covilhanense

Mutuália

A Previdência Portuguesa - Coimbra

Legado do Caixeiro Alentejano

Associação "Protectora dos Artistas"

Associação Monte-Pio Artístico Tavirense

Associação "Montepio Filarmónico"

Montepio Comercial e Industrial

Associação dos Artistas Vilafranquenses

Associação São Bento das Peras de Rio Tinto

Associação Moreira da Maia

Associação São Mamede de Infesta

Associação Freamundense

A Previdência Familiar do Porto

A Vencedora

Glória Portuguesa

Liga das Associações do Porto

A Familiar - Póvoa de Varzim

Associação de Valongo

Associação de Modivas

A Familiar de Grijó

Associação de Lever

Associação "Restauradora" de Avintes

Associação de Valadares

Associação de Arcozelo

Associação 1º de Dezembro

Associação Vila de Sesimbra

Associação Setubalense

Associação Trabalhadores da C. M. de S. Pedro do Sul

Associação "19 de Março"

MUDIP

A Restauradora de Ramalde

A Beneficência Familiar

Associação da Auto-Sueco

Associação de Anta

Associação Familiar Bracarense

O Legado do Operário de Évora

Associação dos Empregados no Comércio e Indústria

Previdência dos Ferroviários de Portugal

Mealheiro Postal

Associação de Serzedo

Associação de Sandim

Associação Benanventense

Associação Alcacerense

Liga das Associações de Vila Nova de Gaia

Associação Artística Vimaranense

UMP

AMUT

O Porvir da Família Telegrafo Postal
DIVULGAÇÃO
PARCEIROS
Protocolo Cooperação para a Formação
Protocolo Cooperação para a Formação
2011
Convénio de Cooperação Internacional entre a Organização de Entidades Mutualistas das Américas (ODEMA) e a União das Mutualidades Portuguesas (UMP)
Convénio de Cooperação Internacional entre a Organização de Entidades Mutualistas das Américas (ODEMA) e a União das Mutualidades Portuguesas (UMP)
2014
Protocolo Intellicare - UMP
Protocolo Intellicare - UMP
2015
Acordo de Alojamento - Corinthia Lisbon
Acordo de Alojamento - Corinthia Lisbon
2020
Compromisso de Cooperação Para o Setor Social e Solidário
Compromisso de Cooperação Para o Setor Social e Solidário
2017-2018
Adenda ao Protocolo de Cooperação para o Setor Social
Adenda ao Protocolo de Cooperação para o Setor Social
2013-2014
Protocolo de Cooperação Impulso Jovem
Protocolo de Cooperação Impulso Jovem
2012
Instrumento Financeiro para a Reabilitação e a Revitalização Urbanas
Instrumento Financeiro para a Reabilitação e a Revitalização Urbanas
2018
MUTUAL IN
MUTUAL IN
2017
Protocolo de Cooperação entre a União das Mutualidades Portuguesas e a Interprev
Protocolo de Cooperação entre a União das Mutualidades Portuguesas e a Interprev
2017
Farma+
Farma+
2018
Compromisso de Cooperação Para o Setor Social e Solidário
Compromisso de Cooperação Para o Setor Social e Solidário
2019-2020
Adenda ao Protocolo de Cooperação para o Setor Social
Adenda ao Protocolo de Cooperação para o Setor Social
2015-2016
Protocolo de Cooperação com a Associação Nacional de Municípios Portugueses
Protocolo de Cooperação com a Associação Nacional de Municípios Portugueses
2013
Protocolo Defesa do Consumidor
Protocolo Defesa do Consumidor
2012
Instituto de Habitação e Reabilitação Urbana
Instituto de Habitação e Reabilitação Urbana
2018
Protocolo de Cooperação entre a União das Mutualidades Portuguesas e a Mutualia - Federaçao Mutualista
Protocolo de Cooperação entre a União das Mutualidades Portuguesas e a Mutualia - Federaçao Mutualista
2014
Protocolo de Cooperação entre a União das Mutualidades Portuguesas e a Universidade Católica Portuguesa
Protocolo de Cooperação entre a União das Mutualidades Portuguesas e a Universidade Católica Portuguesa
2017
Orbis
Orbis
2018
Protocolo de Colaboração entre a União das Mutualidades Portuguesas e o Ministro da Cultura de Portugal
Protocolo de Colaboração entre a União das Mutualidades Portuguesas e o Ministro da Cultura de Portugal
2017
Protocolo de Cooperação entre a Autoridade de Segurança Alimentar e Económica e a UMP
Protocolo de Cooperação entre a Autoridade de Segurança Alimentar e Económica e a UMP
2017
Protocolo de Constituição da Linha de Crédito II de Apoio à Economia Social
Protocolo de Constituição da Linha de Crédito II de Apoio à Economia Social
2012
Protocolo Linha de Crédito de Apoio à Economia Social
Protocolo Linha de Crédito de Apoio à Economia Social
2012
Protocolo colaboração no  Âmbito da Medida de apoio ao reforço de Emergência
Protocolo colaboração no Âmbito da Medida de apoio ao reforço de Emergência
2020
Protocolo de Cooperação entre a União das Mutualidades Portuguesas e o Ministério do Emprego e Assuntos Sociais de S. Tomé e Príncipe
Protocolo de Cooperação entre a União das Mutualidades Portuguesas e o Ministério do Emprego e Assuntos Sociais de S. Tomé e Príncipe
2017
Protocolo Sociedade de Turismo de Santa Maria da Feira - UMP
Protocolo Sociedade de Turismo de Santa Maria da Feira - UMP
2016
Necho Consulting
Necho Consulting
2018
Protocolo de Cooperação entre a Câmara Municipal de Lisboa e a UMP
Protocolo de Cooperação entre a Câmara Municipal de Lisboa e a UMP
2017
Compromisso de Cooperação Para o Setor Social e Solidário
Compromisso de Cooperação Para o Setor Social e Solidário
2015-2016
Protocolo de Cooperação
Protocolo de Cooperação
2013-2014
Protocolo Cooperação com o Ministério da Solidariedade e Segurança Social
Protocolo Cooperação com o Ministério da Solidariedade e Segurança Social
2012
Adenda ao Protocolo - Compromisso de Cooperação para o Setor Social e Solidário 2019-2020
Adenda ao Protocolo - Compromisso de Cooperação para o Setor Social e Solidário 2019-2020
2020
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