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Liga das Associações de Vila Nova de Gaia

Rua Serafim Rodrigues da Rocha, num. 39
400-306 Vila Nova de Gaia | Porto
223 771 015
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Natureza Jurídica: Associação Mutualista
NIPC: 501064974
Contituida em: 11-05-1905
Filiada na UMP desde:
Última Atualização: 29-10-2019

    NOTA: Os documentos publicados são da inteira competência e responsabilidade das Associadas filiadas na União das Mutualidades Portuguesas.

    • Cardiologia
    • Cirurgia Geral, Doenças da Mama, Doenças do Aparelho Digestivo e Oncologia
    • Cirurgia Plástica
    • Cirurgia Vascular
    • Clínica Geral
    • Consulta da Dor
    • Dermatologia
    • Emagrecimento com Produtos Naturais
    • Endocrinologia
    • Gastrenterologia
    • Ginecologia/Obstréticia
    • Medicina Dentária
    • Medicina Interna/Doenças Reumatológicas
    • Nefrologia / Doenças Renais
    • Neurologia
    • Neuropediatria
    • Nutrição e Dietética
    • Oftalmologia
    • Oncologia Médica
    • Ortopedia
    • Otorrinolaringologia
    • Pediatria
    • Pneumologia e Alergologia
    • Podologia
    • Psicologia
    • Psiquiatria
    • Terapia da Fala
    • Urologia

    Em 23 de Julho de 1905 a Liga inaugurou a sua farmácia social. Este facto marcou definitivamente a história do mutualismo nortenho, recebendo de outras insignes mutualistas os maiores elogios. A 23 de Julho de 1905, escrevia Costa Goodolphim:
    “As Associações de Villa Nova de Gaya encetam hoje este caminho previdente , e é de esperar que as suas congéneres da cidade do Porto, terra da liberdade e do trabalho, sigam aquelle exemplo. Não nos resta n´esta ocasião se não louvar estas colectividades pelos esforços que empregam para alcançar mais desafogados recursos para cumprirem os seus deveres sociaes.” E continuava o mutualista:
    “Tendo a cidade do Porto mais de 100 associações e Lisboa 300, fácil é calcular as vantagens que resultarão para as classes associadas da organisação das cooperativas de pharmácias. Isto não são utopias, são ideias já realisadas demonstrando a sua utilidade. Que todas as associações portuguezas comprehendam estas verdades, procurando os meios justos para a natural expansão, d´onde resultará maior somma de benefícios para aquelles que luctam com as agruras da miséria, quando a doença invade o lar triste e desconfortado.

    Em 23 de Julho de 1905 a Liga inaugurou a sua farmácia social. Este facto marcou definitivamente a história do mutualismo nortenho, recebendo de outras insignes mutualistas os maiores elogios. A 23 de Julho de 1905, escrevia Costa Goodolphim:
    “As Associações de Villa Nova de Gaya encetam hoje este caminho previdente , e é de esperar que as suas congéneres da cidade do Porto, terra da liberdade e do trabalho, sigam aquelle exemplo. Não nos resta n´esta ocasião se não louvar estas colectividades pelos esforços que empregam para alcançar mais desafogados recursos para cumprirem os seus deveres sociaes.” E continuava o mutualista:
    “Tendo a cidade do Porto mais de 100 associações e Lisboa 300, fácil é calcular as vantagens que resultarão para as classes associadas da organisação das cooperativas de pharmácias. Isto não são utopias, são ideias já realisadas demonstrando a sua utilidade. Que todas as associações portuguezas comprehendam estas verdades, procurando os meios justos para a natural expansão, d´onde resultará maior somma de benefícios para aquelles que luctam com as agruras da miséria, quando a doença invade o lar triste e desconfortado.

    Em 23 de Julho de 1905 a Liga inaugurou a sua farmácia social. Este facto marcou definitivamente a história do mutualismo nortenho, recebendo de outras insignes mutualistas os maiores elogios. A 23 de Julho de 1905, escrevia Costa Goodolphim:
    “As Associações de Villa Nova de Gaya encetam hoje este caminho previdente , e é de esperar que as suas congéneres da cidade do Porto, terra da liberdade e do trabalho, sigam aquelle exemplo. Não nos resta n´esta ocasião se não louvar estas colectividades pelos esforços que empregam para alcançar mais desafogados recursos para cumprirem os seus deveres sociaes.” E continuava o mutualista:
    “Tendo a cidade do Porto mais de 100 associações e Lisboa 300, fácil é calcular as vantagens que resultarão para as classes associadas da organisação das cooperativas de pharmácias. Isto não são utopias, são ideias já realisadas demonstrando a sua utilidade. Que todas as associações portuguezas comprehendam estas verdades, procurando os meios justos para a natural expansão, d´onde resultará maior somma de benefícios para aquelles que luctam com as agruras da miséria, quando a doença invade o lar triste e desconfortado.

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